Nesta 16 de fevereiro de 2026, completa um ano da morte do pequeno Arthur Ramos Nascimento, de apenas 2 anos, crime que chocou a população de Tabira e ganhou repercussão em todo o Estado. Passados 12 meses, o caso ainda não teve um desfecho definitivo no Judiciário.
Arthur foi encontrado sem vida dentro da residência onde estava, sob os cuidados de um casal. A morte gerou forte comoção popular e revolta na cidade. Dois suspeitos foram apontados nas investigações iniciais e localizados na zona rural de Carnaíba. Um deles, Antônio Lopes Severo acabou morrendo após ser retirado de uma viatura policial por populares, em um episódio que também passou a ser investigado pelas autoridades. A outra suspeita Giselda da Silva Andrade foi presa e permaneceu à disposição da Justiça.
A Polícia Civil de Pernambuco concluiu o inquérito inicial e encaminhou o caso ao Ministério Público de Pernambuco, que solicitou novas diligências para aprofundar as apurações. Entre os pontos analisados estiveram a dinâmica do crime e a eventual responsabilidade de outros envolvidos.
Apesar da gravidade do caso e da ampla repercussão, até o momento não houve anúncio público de julgamento concluído ou sentença definitiva no âmbito do Tribunal de Justiça de Pernambuco. O processo segue tramitando, mas sem uma resposta final que traga encerramento para a família e para a população que acompanhou o caso com indignação.
Um ano depois, a principal pergunta que ecoa em Tabira continua a mesma: quando haverá uma definição concreta sobre a responsabilização pelo que aconteceu com Arthur?









