O ex-ministro do Turismo, Gilson Machado, embora tenha declarado sua pré-candidatura a deputado federal pelo Podemos, considera a possibilidade de disputar o Senado por Pernambuco nas eleições deste ano. A declaração foi feita na tarde deste sábado (4), durante sua participação no programa Primeira Página, na Rádio Gravatá FM (92,3 MHz).
Ao analisar os pontos sensíveis do PL em Pernambuco, sigla comandada por Anderson Ferreira, Gilson apontou deficiências na condução do partido. Segundo ele, sob sua liderança, a legenda teria ao menos um vereador em cada município, além de palanque próprio para o Governo do Estado.
Gilson revelou que, quando ainda estava no PL, chegou a sugerir o nome do jornalista Cardinot para a disputa ao Governo de Pernambuco, com um palanque que teria duas candidaturas ao Senado: a dele e a de Anderson Ferreira. Contudo, a ideia não foi abraçada pela presidência da sigla. Anderson rechaçou a proposta de candidato ao governo e dois nomes para a Câmara Alta.
Na mesma ocasião, Gilson disparou que sua decisão final depende do cenário nacional. A depender do crescimento de Flávio Bolsonaro (PL) como pré-candidato à Presidência da República, ele poderá disputar o Senado, mesmo sendo atualmente pré-candidato a deputado federal.
Questionado pelo edito deste blog, que participou como convidado da bancada, se teria “carta branca” no seu atual partido, Gilson foi enfático: “Com o crescimento de Flávio Bolsonaro, nada impede que em julho ou agosto eu tome a decisão de vir para o Senado, porque eu tenho aderência na direita”.
Sobre o aval da legenda para essa manobra, o ex-ministro garantiu que possui total autonomia junto às direções nacional e estadual: “Tenho a carta branca do Podemos para ser o que eu quiser. Aqui em Pernambuco, Gilson Machado tem carta branca de Renata [Abreu] e de Marcelo Gouveia.
Por: Ismael Alves
Foto: reprodução da internet









