PF consegue acessar conteúdo de celulares apreendidos de Wassef

A Polícia Federal (PF) conseguiu acessar o conteúdo dos celulares apreendidos do advogado Frederick Wassef, que representa o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A informação foi confirmada pela CNN com agentes da corporação policial.

A partir de agora, a Polícia Federal realizará a perícia no conteúdo.

De acordo com fontes, o advogado não forneceu a senha dos quatro aparelhos apreendidos

Na última quinta-feira (17), Wassef esteve em uma loja de telefones celulares, no mesmo shopping onde foi alvo de um mandado de busca pessoal.

Uma equipe da CNN conversou com o advogado, que não quis conceder uma entrevista por vídeo. Carregando uma sacola com a caixa de um novo aparelho celular, Wassef alegou que não poderia falar, pois diz ser vítima de uma perseguição.

Wassef tentava pagar o estacionamento quando confirmou que esteve nos Estados Unidos para comprar um relógio a mando de uma pessoa.

Questionado se essa pessoa seria o ex-presidente ou então o coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência, ele negou e disse que em outro momento falaria quem solicitou a compra.

Briga em festa termina com morte de MC de brega funk e uma mulher

Uma confusão durante uma festa terminou com a morte de um cantor de brega funk e uma mulher, ontem (13), no bairro da Guabiraba, na Zona Norte do Recife. Uma das vítimas foi Sergio Murilo Gonçalves Filho, conhecido como MC Serginho Porradão.

Pessoas que participavam da festa, disseram que os disparos aconteceram durante uma confusão na Praça da Bíblia, que fica na comunidade Bola na Rede, no domingo (13), numa festa de Dia dos Pais.

A Polícia Civil confirmou o caso nesta segunda-feira (14). Testemunhas disseram que Serginho Porradão tentou separar uma briga entre um homem e a mulher que morreu. O criminoso atirou e os dois foram atingidos pelos disparos.

O cantor foi atingido na cabeça. De acordo com a polícia militar, o autor dos disparos não foi identificado. A mulher morta também não teve o nome divulgado.

O 11º Batalhão da Polícia Militar foi acionado e de acordo com a corporação, ao chegarem no local, a mulher estava morta.

Já o cantor foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Jardim Paulista, em Paulista, no Grande Recife. Depois, ele foi levado para o Hospital da Restauração (HR), no Derby, na área central da capital pernambucana.

De acordo com o HR, o cantor veio a óbito nesta segunda-feira (14), em decorrência de perfuração de arma de fogo. O corpo foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML), em Santo Amaro, no Centro do Recife.

Por: Diario de Pernambuco

Entenda por que Larissa Manoela rompeu com os pais e como ficam os negócios da atriz agora

Ela deixou com Silvana Taques e Gilberto Elias R$ 18 milhões de seu patrimônio

Larissa Manoela explicou ao Fantástico no último domingo por que rompeu com os pais, Silvana Taques e Gilberto Elias. A atriz não estava satisfeita com a condução de seus negócios e decidiu tomar as rédeas da própria carreira, o que desagradou a família. O casal cuidava dos contratos dela a partir de três empresas, e Larissa detalhou ao programa dominical da TV Globo o que descobriu acerca da composição societária das firmas e de certas cláusulas que a fizeram tomar a atitude de não mais contar com os familiares na administração de seus negócios.

Dalari

Larissa Manoela era sócia de três empresas, uma delas chamada Dalari, aberta por Silvana e Gilberto em outubro de 2014, quando a atriz tinha apenas 13 anos. É pela Dalari que passavam a grande parte dos contratos da artista e está a maioria do patrimônio que ela adquiriu em 18 anos de trabalho.

Os pais contaram à filha que cada um dos três tinha partes iguais na empresa: 33,33%. Mas quando Larissa procurou contadores descobriu que ela era dona de apenas 2% de participação. Essa mentira foi motivo de grande chateação para a jovem.

Cláusula abusiva Numa segunda empresa, de acordo com as revelações feitas ao Fantástico, Larissa era a única dona. Porém, havia uma cláusula que dava aos seus pais plenos poderes para fazer negociações sem autorização dela.

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